quarta-feira, 20 de julho de 2011

Indústria dos Alimentos


Indústria de Alimentos

Quando falamos em alimentos já pensamos neles prontos. Imaginamos um prato de macarrão com molho de tomate, uma pizza quentinha com queijo derretido e até um bom prato de feijão com arroz, carne, batata frita e salada. Nem percebemos que por trás disso tudo tem uma indústria, que produz e comercializa esses produtos que chegam até à nossa mesa.

O que é a Indústria de Alimentos

A indústria de alimentos é aquela que prepara e comercializa tudo o que pode ser consumido pelo seres humanos ou que sirva como ração para animais, que, por sua vez, servem de alimentos aos humanos.

Dentro desse aspecto, estão inclusos indústrias de alimentos de grande porte, com várias linhas de produtos, até os supermercados, que apenas vende o que é industrializado.

Tipos de Indústria de Alimentos

Existem, portanto, quatro tipos de indústrias alimentícias, que são as indústrias de alimentos frescos, ou seja, os abatedouros e as que mexem com produtos vegetais e frutas; as indústrias de alimentos de conserva, que lidam com produtos que podem permanecer guardados por mais tempo; as que fabricam produtos que servem para a preparação dos alimentos, como a moagem e os temperos; e os alimentos pré-prontos, os que são congelados, e os restaurantes.

E pode parecer que a indústria de alimentos não é importante. Mas as regras de higiene e conservação dos alimentos são cruciais para que os consumidores dos produtos tenham uma vida saudável. Por isso, existe a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação, que ajuda a regulamentar esse setor e garantir uma melhor qualidade de vida aos seres humanos.


fonte: http://www.tudoemfoco.com.br/industria-de-alimentos.html

sábado, 9 de julho de 2011

Alimentos Industrializados X Alimentos Naturais

Muitas vezes as crianças não aceitam bem os alimentos do dia-a-dia oferecidos pelos pais, ou na hora de comer ficam separando no prato o que encontram de temperos e verduras. E com isso as mães precisam usar a criatividade para “disfarçar” alguns alimentos e, muitas vezes recorrem aos industrializados que na embalagem diz: “ricos em vitaminas e sais minerais” como sucos, iogurtes, hambúrgueres, nugget’s, massinhas, sopinhas, biscoitos… Então perguntamos: será que vale a pena oferecer este tipo de alimentos?

Por exemplo, as bolachas comercializadas são na grande maioria fortificadas, mas a quantidade de nutriente acrescentado é tão pequeno que não faz muita diferença. É correto dizer que satisfaz e fornece grande quantidade de carboidratos, mas junto também tem gordura e açúcar, deixando a criança sem fome. O risco é que, os pais, à vezes, ficam achando que alimentaram corretamente seu filho, mas na verdade ficou faltando algumas vitaminas e sais minerais, necessitando assim de complemento, portanto a criança, por já estar saciada, não aceita mais nada. Nossas necessidades são supridas com a variedade de alimentos, bem como a qualidade destes, portanto quanto mais naturais, melhor para o nosso organismo.

Até mesmo os adultos, na correria diária acabam recorrendo aos industrializados de vez em quando. Não podendo esquecer que a ingestão de alimentos in natura como verduras, frutas, carnes magras, arroz e feijão, leite e grãos, são muito importantes para a manutenção da saúde e prevenção de doenças. Portanto, se as crianças (ou adultos) não aceitam bem os alimentos naturais, trocar a forma de preparo é uma boa opção, para: sopas, purês, pudins, cremes, panquecas, tortas, sucos, batidas, e após ingerir o que é necessário, se complementa com produtos fortificados, sempre cuidando no rótulo para evitar as gorduras trans, o excesso de açúcar, sal, gordura e carboidrato simples.

Com as crianças, vale a negociação, após concientizá-las da alimentação correta, pode-se combinar o dia da guloseima preferida, mas que não seja freqüente, por exemplo: uma vez na semana ou no mês.

Uma boa sugestão é expor frutas e legumes numa cesta na cozinha, também vale misturar alguns artificiais, para a cesta ficar sempre colorida e farta, estimulando assim, o consumo a alimentos saudáveis, ao contrário dos biscoitos que devem estar bem escondidos no armário.

Ao nosso prato diário de almoço e jantar, todo mundo sabe, tem que ser “colorido”, ou seja, verde das verduras, vermelho, do tomate, roxo, da beterraba ou da berinjela, laranja, da moranga, branco, do aipim e preto dos grãos.

A cada lanche do dia, acrescente uma fruta diferente. E nos intervalos beba água. Então não terá erro, é saude, bem estar e disposição na certa.


Fonte: http://nutricy.com

terça-feira, 5 de julho de 2011

Alimentos Industrializados

Os produtos industrializados ocupam uma parcela cada vez maior do mercado de alimentos. Eles são bem práticos, pois já vêm prontos ou semi-prontos. O único trabalho é abrir a embalagem, e mesmo as embalagens estão cada vez mais fáceis de abrir. Além da praticidade, os alimentos industrializados também possuem um prazo de validade bem maior do que os produtos "in natura", tornando fácil o armazenamento. Vieram para ficar e representam uma solução para a vida corrida das grandes cidades.

Acontece, porém, que existe uma regra universal, de conhecimento popular, chamada lei das compensações. De acordo com ela, as coisas boas, na maioria das vezes, não são tão boas quanto parecem, assim como as ruins também não são tão ruins quanto possam parecer à primeira vista. Em tudo há uma parte boa e uma parte ruim. Assim, importa analisar os prós e os contras para decidir o que é melhor.

Como não poderia deixar de ser, esta regra se aplica também aos alimentos industrializados. Para conseguir a praticidade e durabilidade dos produtos, os fabricantes se utilizam de milhares de aditivos químicos, que, na grande maioria das
vezes, não fazem bem à saúde de quem os consome com freqüência. O uso desses produtos químicos deve ser discriminado nas embalagens dos alimentos. O nome de muitos desses produtos químicos vêm codificados, talvez para que o consumidor não se assuste ao ler estas informações do rótulo. Portanto, é uma questão de escolher entre o aspecto saudável dos alimentos "in natura", e a praticidade dos alimentos artificiais e/ou industrializados.

Os produtos químicos encontrados com maior frequência nos alimentos industrializados são:

  • Corantes

A função dos corantes é "colorir" os alimentos, fazendo com que os produtos industrializados tenham uma aparência mais parecida com os produtos naturais e mais agradável, portanto, aos olhos do consumidor. Eles são extremamente comuns, já que a cor e a aparência tem um papel importantíssimo na aceitação dos produtos pelo consumidor. Uma gelatina de morango, por exemplo, que fosse transparente não faria sucesso. Um refrigerante sabor laranja sem corantes ficaria com a aparência de água pura com gás, o que faria que parecesse mais artificial, dificultando sua aceitação. É inegável que uma bebida com sabor de laranja e com cor de laranjada é muito mais agradável de se beber do que uma bebida incolor com gosto de laranja.

Os corantes são encontrados na grande maioria dos produtos industrializados, como as massas, bolos, margarinas, sorvetes, bebidas, gelatinas, biscoitos, entre outros.

  • Aromatizantes

Os aromatizantes tem por função dar gosto e cheiro aos alimentos industrializados, realçando o sabor e o aroma. Assim como os corantes, os aromatizantes também fazem com que os alimentos industrializados se pareçam mais com os produtos naturais, pois como já foi dito, isso é essencial na aceitação do produto pelo consumidor.

Informar que um salgadinho artificial de milho tem sabor e cheiro de presunto ou de churrasco faz com que ele seja mais aceitável, já que o consumidor vai reconhecer naquele produto um sabor que ele já conhece, de algum outro produto não industrializado que ele já comeu, causando a falsa impressão de que o produto não é tão artificial assim.

Muitos alimentos não possuem em sua composição as frutas que as embalagens anunciam, mas apenas aromatizantes que lhes imitam o sabor e aroma. São encontrados em sopas, carnes enlatadas, biscoitos, bolos, sorvetes, entre outros.

  • Conservantes

Ao contrário dos corantes e aromatizantes, os chamados conservantes não possuem função de fazer com que os produtos industrializados pareçam ser o que na realidade não são, ou seja, naturais. Sua meta é evitar a ação dos microorganismos que agem na deterioração dos alimentos, fazendo com que durem mais tempo sem estragar.

É possível reconhecer o uso de conservantes na composição dos produtos a partir da leitura dos rótulos das embalagens. Eles são caracterizados pelos códigos P1 a P10. São encontrados em refrigerantes, concentrados de frutas, chocolates, sucos, queijos fundidos, margarinas, conservas vegetais, carnes, pães, farinhas e em milhares de outros alimentos industrializados.

  • Antioxidantes

Assim como os conservantes, os antioxidantes procuram manter os alimentos em boas condições de consumo por mais tempo. Eles tem sua principal aplicação em óleos e gorduras, impedindo ou retardando sua deterioração, evitando a formação de "ranço" por algum processo de oxidação.

Podem ser encontrados em sorvetes, leite em pó instantâneo, leite de côco, produtos de cacau, conservas de carne, cerveja, margarina, óleos e gorduras em geral, farinhas, polpa e suco de frutas, refrescos e refrigerantes.


  • Estabilizantes

São utilizados para manter a aparência dos produtos, tendo como principal função estabilizar as proteínas dos alimentos. É possível identificá-los nos rótulos das embalagens pelos códigos ET1 até ET29.




  • Acidulantes

São utilizados principalmente nas bebidas com função parecida com a dos aromatizantes.

Os acidulantes podem modificar a doçura do açúcar, além de conseguir imitar o sabor de certas frutas e dar um sabor ácido ou agridoce nas bebidas.

Também aparecem codificados nas embalagens, sendo reconhecidos pela letra H. São encontrados nos sucos de frutas e refrigerantes, entre outros.

  • Aditivos Alimentares

Os aditivos alimentares são largamente utilizados pela indústria alimentícia. Aqui vale a máxima "é a dose que faz o veneno". Na prática isso significa controlar o consumo de alimentos industrializados, diversificando ao máximo a dieta. Assim, o consumidor elimina o risco de estar acumulando altos níveis de uma determinada substância química no organismo. A dosagem de cada um dos aditivos considerada segura é determinada pela FAC e pela OMS - respectivamente Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e Organização Mundial de Saúde. Veja o significado e a indicação dos estranhos nomes nos rótulos dos produtos industrializados:

C: São corantes naturais (Cl) ou artificiais (C2).

F: Indica aromatizantes ou flavorizantes, que têm o papel de realçar, respectivamente, o odor e o sabor dos alimentos. Há naturais e artificiais.

EP: Sinónimo de espessante, cuja função é dar consistência ao alimento. Geralmente, é de origem vegetal.

U: É o umectante. que impede o ressecamento do alimento.

AU: São os anti-umectantes, que evitam a absorção de umidade.

ET: Indica a presença de estabilizantes para impedir que os diferentes ingredientes se separem. Os mais comuns são óleos naturais.

H: Sigla dos acidulantes, responsáveis por acentuar o sabor ácido do alimento industrializado. Alguns estão naturalmente presentes nas frutas.

D: Ou edulcorantes. Usados nos produtos dietéticos em substituição ao açúcar

P: Significa a presença de conservantes.

A: São os anti-oxidantes, que evitam a rancificação de produtos gordurosos.

Produto
Aditivos Possíveis
Principal Risco
Dicas
Salsicha Antioxidante e realçador de sabor Os conservantes mais usados em embutidos são os nitritos e nitratos, reconhecidamente carcinogênicos. Não se iluda achando que salsichas sem corante tomam-se um alimento saudável. Reduza ao mínimo o consumo de embutidos dando preferência às carnes frescas.
Pudins e Iogurtes Espessante, aromatizante, acidulante, conservante e corante. Nessa classe de produtos, os corantes e conservantes representam o maior risco. Em excesso, podem causar alergias e disfunções digestivas e metabólicas. Pudins feitos em casa são imbatíveis e uma coalhada enriquecida com frutas frescas é uma opção melhor do que o iogurte industrializado.
Hambúrguer Antioxidante, conservante. corante, estabilizante, realçador de sabor. O glutamato monossódico, um reforçador de sabor já foi alvo de acusações de ser carcinogênico, mas não há comprovação científica a respeito. Sempre que possível, substitua o hambúrguer industrializado por um caseiro, feito com carne moída fresca.
Gelatinas, Balas e Doces Acidulante, aromatizante e corantes artificiais Os corantes são os vilões, pelo risco de alergias. A longo prazo, há suspeitas de que possam levar a danos digestivos, metabólicos e até neurológicos. Uma boa substituição são os doces e caramelos caseiros. além de gelatina de folha, transparente. enriquecida com suco natural de frutas.


Fonte: www.consumidorbrasil.com.br